Perco o chão,
o céu e o mar,
perco a fala.
Por onde andará?
Perco a noite
o dia e outrora,
perco o tempo
da aurora.
Perco sorrisos
cheiros e abraços,
perco vontades
e passos.
Perco tristezas
angustias e traços,
perco as noites que faço.
Perco o ar
e perco o olhar,
perco tudo
a que comparar.
Perco o sol e o griso.
Perco o trilho,
o caminho e o aviso.
Que tentou enganar,
e de tanto esperar
Não pôde ficar...
Poliane de Castro
(29/06/2013)
sábado, 29 de junho de 2013
Fantasia...
Esvair-me-ei,
desta imundice
denominada mundo.
Velejar pelos planetas,
ainda não descobertos.
Sentir toda emoção que sempre sonhei.
Somente assim,
será possível alcançar
a tão estimada utopia.
Poliane de Castro
(20/09/2012)
desta imundice
denominada mundo.
Velejar pelos planetas,
ainda não descobertos.
Sentir toda emoção que sempre sonhei.
Somente assim,
será possível alcançar
a tão estimada utopia.
Utopia? Por quê?
Se é factível!Poliane de Castro
(20/09/2012)
Doer,dói!
Ao saber que uma palavra se destrói,
aos ventos se constrói
um saber que sempre dói.
A dor de uma vida desmedida,
pelas mágoas de ingratidões nessa vida.
Por não poder falar da vida destorcida.
A palavra se constrói,
a vida se constrói...
E tornará um saber que nunca dói.
Poliane de Castro
(25/10/2012)
aos ventos se constrói
um saber que sempre dói.
A dor de uma vida desmedida,
pelas mágoas de ingratidões nessa vida.
Por não poder falar da vida destorcida.
A palavra se constrói,
a vida se constrói...
E tornará um saber que nunca dói.
Poliane de Castro
(25/10/2012)
Nostalgia
No peito ainda aperta
a vontade de chorar.
Nostalgia vem como um nó
e quase nos impede de caminhar.
O futuro é tão previsível,que graça terá?
Houve uma época,onde tudo era simples e tranquilo
agora veja o quão complicado está.
Daquela época, o que restou nesta mente cansada?
Cheiro de barro úmido,alguns gritos despreocupados
e brincadeiras de roda.
Saudades dos joelhos ralados,pipas e árvores.
Saudades da simplicidade e inocência.
Nostalgia,deixe-me descansar...
Poliane de Castro
(12/10/2012)
a vontade de chorar.
Nostalgia vem como um nó
e quase nos impede de caminhar.
O futuro é tão previsível,que graça terá?
Houve uma época,onde tudo era simples e tranquilo
agora veja o quão complicado está.
Daquela época, o que restou nesta mente cansada?
Cheiro de barro úmido,alguns gritos despreocupados
e brincadeiras de roda.
Saudades dos joelhos ralados,pipas e árvores.
Saudades da simplicidade e inocência.
Nostalgia,deixe-me descansar...
Poliane de Castro
(12/10/2012)
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Incapaz
Incapaz de viver em paz,
em um mundo fugaz.
Numa vida atroz,
que nos deixa sem voz.
Incapaz de viver com a paz,
em um peito sagaz,
que se desprende dos nós.
Do espírito e da voz,
que nos obriga ficar,
em um mundo capaz
de deixar-nos sós.
Poliane de Castro
(28/06/2013)
em um mundo fugaz.
Numa vida atroz,
que nos deixa sem voz.
Incapaz de viver com a paz,
em um peito sagaz,
que se desprende dos nós.
Do espírito e da voz,
que nos obriga ficar,
em um mundo capaz
de deixar-nos sós.
Poliane de Castro
(28/06/2013)
Assinar:
Postagens (Atom)