Balas perfuram olhos de inocentes,
silenciando bocas de descontentes.
Amordaçando qualquer tipo de esperança,
de um povo que nem tem tanta ganância.
Um dia, teremos mais que o pão de cada dia?
Um dia, terão algo para comer,
quem nunca teve nada além?
O povo nunca teve o que sempre mereceu,
mas sempre sofreu!
Vejo calúnias se espalhando ao léu.
Bandeiras se manchando do fel.
A voz do povo, será enfim ouvida?
A luta será vencida?
Ou talvez vendida?
Se aproxima a regressão que todos temiam?
O proletário sua o pão de cada dia
e quando se "rebela" lá vem logo a água fria.
Enquanto a burguesia,se enche de senhorias.
E sugam do espírito o que nos iludia.
Poliane de Castro
(24/07/2013)
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