Um desgaste sem igual,
que se torna real.
Não se pode viver?
Sem se preocupar com o desprazer?
O que enraivece o meu ser?
Só de pensar, que as importâncias
se desmembram ao vento...
Uma agonia se enche em meu peito,
é o desespero que vive em meu leito.
Viver para desviver?
O que pesa são as exterioridades.
E o que realmente importa não importa.
Coisas levianas sempre foram mais relevantes.
O que fazer nesse mundo de gigantes?
Poliane de Castro
(31/07/2013)
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