Sobrecarga de dizeres
Sobre a carga de desprazeres
Sobra a carga.
Poliane de Castro
03/04/2014
domingo, 6 de abril de 2014
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Desgaste.
Um desgaste sem igual,
que se torna real.
Não se pode viver?
Sem se preocupar com o desprazer?
O que enraivece o meu ser?
Só de pensar, que as importâncias
se desmembram ao vento...
Uma agonia se enche em meu peito,
é o desespero que vive em meu leito.
Viver para desviver?
O que pesa são as exterioridades.
E o que realmente importa não importa.
Coisas levianas sempre foram mais relevantes.
O que fazer nesse mundo de gigantes?
Poliane de Castro
(31/07/2013)
que se torna real.
Não se pode viver?
Sem se preocupar com o desprazer?
O que enraivece o meu ser?
Só de pensar, que as importâncias
se desmembram ao vento...
Uma agonia se enche em meu peito,
é o desespero que vive em meu leito.
Viver para desviver?
O que pesa são as exterioridades.
E o que realmente importa não importa.
Coisas levianas sempre foram mais relevantes.
O que fazer nesse mundo de gigantes?
Poliane de Castro
(31/07/2013)
domingo, 28 de julho de 2013
Metanoia.
"Cabeça liberta,
olhos cerrados,
visão distorcida.
Alma amargurada,
coisas trasbordando,
caos vindo de dentro
e se desintegrando
juntamente com a matéria,
expurgando cada gota de desgosto.
Evoluindo de massa para espírito."
Poliane de Castro
(02/04/2013)
terça-feira, 23 de julho de 2013
Mordaça.
Balas perfuram olhos de inocentes,
silenciando bocas de descontentes.
Amordaçando qualquer tipo de esperança,
de um povo que nem tem tanta ganância.
Um dia, teremos mais que o pão de cada dia?
Um dia, terão algo para comer,
quem nunca teve nada além?
O povo nunca teve o que sempre mereceu,
mas sempre sofreu!
Vejo calúnias se espalhando ao léu.
Bandeiras se manchando do fel.
A voz do povo, será enfim ouvida?
A luta será vencida?
Ou talvez vendida?
Se aproxima a regressão que todos temiam?
O proletário sua o pão de cada dia
e quando se "rebela" lá vem logo a água fria.
Enquanto a burguesia,se enche de senhorias.
E sugam do espírito o que nos iludia.
Poliane de Castro
(24/07/2013)
silenciando bocas de descontentes.
Amordaçando qualquer tipo de esperança,
de um povo que nem tem tanta ganância.
Um dia, teremos mais que o pão de cada dia?
Um dia, terão algo para comer,
quem nunca teve nada além?
O povo nunca teve o que sempre mereceu,
mas sempre sofreu!
Vejo calúnias se espalhando ao léu.
Bandeiras se manchando do fel.
A voz do povo, será enfim ouvida?
A luta será vencida?
Ou talvez vendida?
Se aproxima a regressão que todos temiam?
O proletário sua o pão de cada dia
e quando se "rebela" lá vem logo a água fria.
Enquanto a burguesia,se enche de senhorias.
E sugam do espírito o que nos iludia.
Poliane de Castro
(24/07/2013)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Embaraços
Com um suspiro
penso no descompasso,
que prende nossos passos
e suspende os embaraços...
Com a cabeça cheia,
desapego em meios traços
e faço e desfaço...
Entre laços,
desfaço o descompasso
e me vejo em meio ao caos que faço...
Oh, inconstâncias que chegam
em frio espaço
e tentam atordoar meu simples traço...
Poliane de Castro
(15/07/2013)
Poliane de Castro
(15/07/2013)
terça-feira, 2 de julho de 2013
Em algum lugar...
Vejo pessoas que não sabem amar,
que deixam as horas sufocar
o sopro que a vida nos dá.
Em algum lugar,
vejo castelos de areia jogados para lá,
em troca de coisas que não sabem amar.
Em algum lugar,
penso que podemos nos salvar,
desta aberração, que só quer nos sugar.
Desta terra que tão debilitada está.
Em algum lugar vejo a tristeza chegar...
Mas não podemos nos entregar,
pois há algum lugar onde tudo
pode-se reinventar.
Em algum lugar poderemos recriar...
Em algum lugar...
Poliane de Castro
(03/07/2013)
que deixam as horas sufocar
o sopro que a vida nos dá.
Em algum lugar,
vejo castelos de areia jogados para lá,
em troca de coisas que não sabem amar.
Em algum lugar,
penso que podemos nos salvar,
desta aberração, que só quer nos sugar.
Desta terra que tão debilitada está.
Em algum lugar vejo a tristeza chegar...
Mas não podemos nos entregar,
pois há algum lugar onde tudo
pode-se reinventar.
Em algum lugar poderemos recriar...
Em algum lugar...
Poliane de Castro
(03/07/2013)
Escrever
Escrevo,para quê?!
Se desconheço tal arte.
Teimosia é mais forte,
que não consigo me conter?
A noite chega agora,
e não me canso de querer.
Tento de todas as formas
expressar o meu ser.
Saber? É preciso saber?
Se a alma fala mais alto,
precisamos distorcer?
Quais "padrões" temos que seguir?
Ou será somente o Querer?!
Poliane de Castro
(02/07/2013)
Se desconheço tal arte.
Teimosia é mais forte,
que não consigo me conter?
A noite chega agora,
e não me canso de querer.
Tento de todas as formas
expressar o meu ser.
Saber? É preciso saber?
Se a alma fala mais alto,
precisamos distorcer?
Quais "padrões" temos que seguir?
Ou será somente o Querer?!
Poliane de Castro
(02/07/2013)
A mente que flutua...
Entre os sonhos
à uma mente que flutua,
por lugares nunca vistos.
Com sentidos diferentes,
ela voa através de intermináveis
constelações.
Ela viaja através de inconscientes...
Sente o cheiro de vidas diferentes
e almeja ver muito mais que antes.
Esta mente, transcende as estrelas
e não se cansa de velejar.
Ela enxerga detalhes
que não se pode enxergar.
Ela vê além do olhar,
sente a alma sem pestanejar.
Esta mente,não mente!
E não quer deixar escapar...
Ela enxerga com um amor
que não se pode mensurar.
Poliane de Castro
(01/07/2013)
à uma mente que flutua,
por lugares nunca vistos.
Com sentidos diferentes,
ela voa através de intermináveis
constelações.
Ela viaja através de inconscientes...
Sente o cheiro de vidas diferentes
e almeja ver muito mais que antes.
Esta mente, transcende as estrelas
e não se cansa de velejar.
Ela enxerga detalhes
que não se pode enxergar.
Ela vê além do olhar,
sente a alma sem pestanejar.
Esta mente,não mente!
E não quer deixar escapar...
Ela enxerga com um amor
que não se pode mensurar.
Poliane de Castro
(01/07/2013)
sábado, 29 de junho de 2013
Perder...
Perco o chão,
o céu e o mar,
perco a fala.
Por onde andará?
Perco a noite
o dia e outrora,
perco o tempo
da aurora.
Perco sorrisos
cheiros e abraços,
perco vontades
e passos.
Perco tristezas
angustias e traços,
perco as noites que faço.
Perco o ar
e perco o olhar,
perco tudo
a que comparar.
Perco o sol e o griso.
Perco o trilho,
o caminho e o aviso.
Que tentou enganar,
e de tanto esperar
Não pôde ficar...
Poliane de Castro
(29/06/2013)
o céu e o mar,
perco a fala.
Por onde andará?
Perco a noite
o dia e outrora,
perco o tempo
da aurora.
Perco sorrisos
cheiros e abraços,
perco vontades
e passos.
Perco tristezas
angustias e traços,
perco as noites que faço.
Perco o ar
e perco o olhar,
perco tudo
a que comparar.
Perco o sol e o griso.
Perco o trilho,
o caminho e o aviso.
Que tentou enganar,
e de tanto esperar
Não pôde ficar...
Poliane de Castro
(29/06/2013)
Fantasia...
Esvair-me-ei,
desta imundice
denominada mundo.
Velejar pelos planetas,
ainda não descobertos.
Sentir toda emoção que sempre sonhei.
Somente assim,
será possível alcançar
a tão estimada utopia.
Poliane de Castro
(20/09/2012)
desta imundice
denominada mundo.
Velejar pelos planetas,
ainda não descobertos.
Sentir toda emoção que sempre sonhei.
Somente assim,
será possível alcançar
a tão estimada utopia.
Utopia? Por quê?
Se é factível!Poliane de Castro
(20/09/2012)
Doer,dói!
Ao saber que uma palavra se destrói,
aos ventos se constrói
um saber que sempre dói.
A dor de uma vida desmedida,
pelas mágoas de ingratidões nessa vida.
Por não poder falar da vida destorcida.
A palavra se constrói,
a vida se constrói...
E tornará um saber que nunca dói.
Poliane de Castro
(25/10/2012)
aos ventos se constrói
um saber que sempre dói.
A dor de uma vida desmedida,
pelas mágoas de ingratidões nessa vida.
Por não poder falar da vida destorcida.
A palavra se constrói,
a vida se constrói...
E tornará um saber que nunca dói.
Poliane de Castro
(25/10/2012)
Nostalgia
No peito ainda aperta
a vontade de chorar.
Nostalgia vem como um nó
e quase nos impede de caminhar.
O futuro é tão previsível,que graça terá?
Houve uma época,onde tudo era simples e tranquilo
agora veja o quão complicado está.
Daquela época, o que restou nesta mente cansada?
Cheiro de barro úmido,alguns gritos despreocupados
e brincadeiras de roda.
Saudades dos joelhos ralados,pipas e árvores.
Saudades da simplicidade e inocência.
Nostalgia,deixe-me descansar...
Poliane de Castro
(12/10/2012)
a vontade de chorar.
Nostalgia vem como um nó
e quase nos impede de caminhar.
O futuro é tão previsível,que graça terá?
Houve uma época,onde tudo era simples e tranquilo
agora veja o quão complicado está.
Daquela época, o que restou nesta mente cansada?
Cheiro de barro úmido,alguns gritos despreocupados
e brincadeiras de roda.
Saudades dos joelhos ralados,pipas e árvores.
Saudades da simplicidade e inocência.
Nostalgia,deixe-me descansar...
Poliane de Castro
(12/10/2012)
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Incapaz
Incapaz de viver em paz,
em um mundo fugaz.
Numa vida atroz,
que nos deixa sem voz.
Incapaz de viver com a paz,
em um peito sagaz,
que se desprende dos nós.
Do espírito e da voz,
que nos obriga ficar,
em um mundo capaz
de deixar-nos sós.
Poliane de Castro
(28/06/2013)
em um mundo fugaz.
Numa vida atroz,
que nos deixa sem voz.
Incapaz de viver com a paz,
em um peito sagaz,
que se desprende dos nós.
Do espírito e da voz,
que nos obriga ficar,
em um mundo capaz
de deixar-nos sós.
Poliane de Castro
(28/06/2013)
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